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08/11/2016 18:46

O modelo correto para o Hospital da PMMT é implantar o regime de cooperativa

“O modelo do associativismo já é arcaico não se consegue mais cercar um padeiro, já o cooperativismo se consegue fundos com todas as instituições financeiras do Brasil e do mundo”

Eraldo de Freitas

A população miliciana no Estado de Mato Grosso já há alguns anos sonha em possuir o seu próprio hospital. Hoje os profissionais da Policia Militar de todo o Estado, conta com um hospital em Cuiabá, por ora, segundo informações por falta de estrutura vem capengando de forma em geral; Os policias militares pagam planos de saúde para dar o aporte da à família, porém, mesmo assim, não tem conseguido muita façanha quando o assunto é saúde pública, até por que, os planos de hoje em dia estão deixando a desejar, pagam muito caro para ter um péssimo atendimento de forma em geral.

Em vários estados brasileiros, a Polícia Militar resolveu mudar esta realidade. Antes, os hospitais da categoria eram fundados, constituídos numa modalidade de Associação, porém, hoje em dia, uma entidade nesta atividade econômica não se consegue mais “cercar um padeiro no mercado”, a sua natureza jurídica tem saído de cena, pois tem perdido total credibilidade juntos aos órgãos constitucionais e apoiadores dos hospitais em nível de Brasil e mundo.

Uma associação está impedida de obter linhas de créditos junto aos bancos. Grande parte dos Hospitais tanto constituídos pelas policias brasileiras (em regime de associações) estão migrando para o regime cooperativista pelo amplo campo de aptidão e 500% com maior poder de abertura de créditos juntos aos bancos e outras instituições financeiras para construir suas edificações, aquisição de novos aparelhos de alta tecnologia na área da medicina, principalmente quando o assunto se trata pela lado trabalhista.


A Polícia Militar de Boston (EUA) fundou um Hospital em regime associativismo “Centers for Medicare” até 1990 possui a sua clínica estruturada neste regime, atendia precariamente 5.000 policiais, mais até que um Grupo de policiais militares se uniram ao cooperativismo inglês, em menos de 5 anos construíram mais de 500 leitos, ampliaram suas cinco unidades hospitalares chegando ao ranking dos 100.000 m² compraram 8 Raio X e dezenas de outros equipamentos avaliados em $ 5.0 milhões de dólares, conseguiram ainda pagar a dívida trabalhista Centers for Medicare na ordem de $ 60.0 milhões de dólares como Estado e hoje as clínicas possuem 660 médicos com 35 especialistas; Hoje o “Centers for Medicare” vende ideias no mercado da medicina mundial, virou um modelo para o mundo ver com os seus próprios olhos, sem dívidas, sem planos de saúde – um mercado que tem “implodido” financeiramente milhões de usuários no Brasil e no mundo.

O cooperativismo é o futuro do Brasil e do mundo em todos os sentidos. As empresas que usam o modelo arcaico vivem endividadas com banco e não conseguem sair da crise, se quer conseguem liquidar suas dívidas com a previdência do seu país e junto aos bancos e instituições financeiras, mas as cooperativas brasileiras, as americanas, francesas arrancam na frente deixando se quer uma lembrança do passado turbulento. O cooperativismo é o futuro.

O cooperativismo vai determinar que sai e quem fica no mercado forte
PARTICIPAÇÃO ECONÔMICA: Os membros contribuem equitativamente para o capital das suas cooperativas e controlam-no democraticamente. Parte desse capital é, normalmente, propriedade comum da cooperativa. Os membros podem receber, habitualmente, havendo condições econômico financeiras para tanto, uma remuneração sobre o capital integralizado, como condição de sua adesão. Os membros destinam os excedentes a uma ou mais das seguintes finalidades: desenvolvimento da cooperativa, possibilitando a formação de reservas, em parte indivisíveis; retorno aos sócios na proporção de suas transações com as cooperativas e apoio a outras atividades que forem aprovadas pelos associados.

A cooperativa tem início e desenvolve-se com a formação e incremento de sua estrutura patrimonial, baseada no capital social e reservas. Portanto, é dever do associado, como contrapartida aos benefícios operacionais e associativos que colherá (ou já colhe), contribuir para a formação do patrimônio da cooperativa, o que fará, de um lado, integralizando quotas-partes (no ingresso e durante a sua permanência na cooperativa), e, de outro, decidindo pela transformação em reservas de parte dos excedentes de cada exercício financeiro contábil.

Além de contribuir para o capital, os associados têm o dever de operar com a sua cooperativa, pois são os donos do empreendimento. Todos têm de fazer sua parte, de modo que o esforço seja individual e proporcionalmente distribuído. Aqui está a ajuda mútua, a solidariedade. De resto, soaria muito estranho, por exemplo, o associado de uma cooperativa agropecuária entregar a produção a uma empresa convencional do mercado, ou, no caso de uma cooperativa financeira, manter as suas economias em uma instituição bancária qualquer!

“Não tem como dar errado, é comprovado de que, aquele que ingressa neste novo modelo de vida empresarial acerta a vida do seu negócio”, afirma Robert Owen um dos maiores cooperativista americano.


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